Today is April's Fools' Day. I wish this was a lie, but it is not: the greatest comics artist of all time, the GOAT, died last March 3.
My Comics Canon.
Today is April's Fools' Day. I wish this was a lie, but it is not: the greatest comics artist of all time, the GOAT, died last March 3.
Morreu Eduardo Batarda, pintor que chegou à banda desenhada via Arte Pop britânica, mas que, ao contrário dos artistas pop, foi literal em vez de ser Neo Dada, e muito haveria para dizer sobre isto, mas guardo as reflexões para um texto que vou escrever em breve. Aí está o livro de 1973, O Peregrino Blindado the blind penguin As Aventuras do Dr. Bronstein - Proezas do Unfriendly Kid - E Outras para provar o que digo.
Nos Estados Unidos da America costuma-se dizer que foi Richard Kyle quem criou a expressão "graphic novel" em 1964. Quando falamos de primeiro isto ou aquilo sabemos que estamos em terreno escorregadio. Tudo depende de como definimos aquilo que pretendemos nomear. Eu, por exemplo, já chamei "romance gráfico" (segundo a minha opinião, uma tradução mais correcta do que a expressão "novela gráfica"), ou próximo disso, a dois livros do século XVI português. Ainda assim, e falando só da expressão, na imagem acima pode ler-se, três anos antes de Kyle, a expressão "Nopel Bergambar", o que, em indonésio, significa precisamente o mesmo que o "graphic novel" do inglês.
Mas escrevo isto apenas como introdução porque o mais interessante é o pano de fundo desta nopel bergambar: a guerra entre o reino de Aceh e os portugueses na altura da colonização de Malaca. O que se pode ver na capa é significativo desse clima de guerra: uma turba em movimento, dois galeões, um canhão, uma alabarda e um arcabuz. Prova de que os europeus estavam muito melhor equipados para fazer estragos do que os nativos.
Nunca li Morina e, consequentemente, não sei do que se trata. Desconfio de uma história do tipo Romeu e Julieta, mas, francamente não faço ideia. Fica apenas esta nota breve sobre um dado obscuro da história da banda desenhada, pelo menos na Europa, vagamente relacionado com Portugal.
Peter David in October 14, 2011
If (a couple of) people known me in America is mainly because I always was a fierce opponent of the Super-Hero genre. I view it as simplistic, manichaean, neofascist, misogynous, escapist, etc... Nothing good, of course, not to mention a strong proponent of American excepcionalism. Even so, I remember reading, and enjoying Peter David's column "But I Digress" in The Comics Buyer's Guide. Peter David definitely does not belong on this blog, but I'm getting old and decided to honor his memory just the same.